Let's JAM!
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- 08 de Março de 2019
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Caros amigos, irmãos, companheiros e compatriotas; para todos vocês que focaram um pingo de sua atenção a este humilde e breve tópico, ofereço-os uma única mas sincera palavra: Saudações!
Acho que o que eu queria dizer acima já ficou bem claro; claro demais. Portanto, não acho que cabe fazer um comentário em itálico com a fonte reduzida para explicar o que claramente já foi explicado. PS: só comentei pra explicar isso mesmo.
Só passeando — como já é de costume — e deixando um pouco (bem pouco) do conteúdo que produzi desde a última vez que um tópico meu apareceu na lista de mensagens recentes.
Indo do mais antigo ao mais recente (do que chegou a ser postado, é claro), começamos aqui:
- Experimentei um rock leve com uma batida de trap ou algum-outro-gênero-do-tipo-que-não-sei-o-nome:
- Aqui começa a produção de um álbum que estou compondo. É inspirado em uma história que formulei um bocado de tempo atrás para um projeto de livro — que, pasmem (huehue), nunca foi pra frente. Essa em específico é uma faixa bônus. Veio duma tarde ociosa onde resolvi rearranjar uma outra composição minha (me pergunto qual seria...)
- Continuando com o álbum que citei acima, essa aqui já é mais bem produzida e, inclusive, é um trabalho bem mais recente do que aquelas outras duas:
- Certo dia, por uma obra do acaso, encontrei um remake desse jogo feito no RMVXAce emaranhado nos pontos mais ocultos e obscuros deste aparelho que vocês chamam de "computador pessoal" ou, mais casualmente, PC, :V. Experimentei por alguns poucos minutos e já me encabulei com um detalhe: a trilha do jogo em si era bacana, mas a qualidade das samples era lastimável até para um jogo da era SNES — isso era, ao ponto de preconceituosamente julgar mal a competência do próprio compositor. Bem, antes que este texto se prolongue ainda mais, devo crer que vocês já devem saber o que fiz, certo?
Clique aqui para ouvir o original!
- Apenas a continuação da anterior — nada de novo para se ler aqui — portanto, você já poderia ter parado após o segundo travessão e não ter desperdiçado alguns segundos do seu dia (ou noite) com o meu humor vergonhoso e apelativo.
Clique aqui para ouvir o original!
Acho que o que eu queria dizer acima já ficou bem claro; claro demais. Portanto, não acho que cabe fazer um comentário em itálico com a fonte reduzida para explicar o que claramente já foi explicado. PS: só comentei pra explicar isso mesmo.
Só passeando — como já é de costume — e deixando um pouco (bem pouco) do conteúdo que produzi desde a última vez que um tópico meu apareceu na lista de mensagens recentes.
Indo do mais antigo ao mais recente (do que chegou a ser postado, é claro), começamos aqui:
- Experimentei um rock leve com uma batida de trap ou algum-outro-gênero-do-tipo-que-não-sei-o-nome:
- Aqui começa a produção de um álbum que estou compondo. É inspirado em uma história que formulei um bocado de tempo atrás para um projeto de livro — que, pasmem (huehue), nunca foi pra frente. Essa em específico é uma faixa bônus. Veio duma tarde ociosa onde resolvi rearranjar uma outra composição minha (me pergunto qual seria...)
- Continuando com o álbum que citei acima, essa aqui já é mais bem produzida e, inclusive, é um trabalho bem mais recente do que aquelas outras duas:
- Certo dia, por uma obra do acaso, encontrei um remake desse jogo feito no RMVXAce emaranhado nos pontos mais ocultos e obscuros deste aparelho que vocês chamam de "computador pessoal" ou, mais casualmente, PC, :V. Experimentei por alguns poucos minutos e já me encabulei com um detalhe: a trilha do jogo em si era bacana, mas a qualidade das samples era lastimável até para um jogo da era SNES — isso era, ao ponto de preconceituosamente julgar mal a competência do próprio compositor. Bem, antes que este texto se prolongue ainda mais, devo crer que vocês já devem saber o que fiz, certo?
- Apenas a continuação da anterior — nada de novo para se ler aqui — portanto, você já poderia ter parado após o segundo travessão e não ter desperdiçado alguns segundos do seu dia (ou noite) com o meu humor vergonhoso e apelativo.
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