🤔 Para Refletir :
"A vida é a caçada e o agora é o nosso campo de caça, os nossos sonhos são o alvo e as nossas lembranças são os troféus... Pois o nosso destino é sermos caçadores."
- Frank

[GUI THE MAKER SEMANAL] - TORNE SEU JOGO INESQUECÍVEL

Gui Masculino

Cidadão
Membro
Membro
Juntou-se
09 de Julho de 2022
Postagens
169
Bravecoins
384
Motor de jogo
RPG Maker MV
Saudações, corações valentes que seguem tentando fazer jogos memoráveis!

Esta matéria é pra vocês, que nunca se esquecem daquele vilão icônico, daquela música que tocou na hora certa, daquela fala que ficou na cabeça, e que quer, com seu próprio jogo, provocar esse mesmo efeito nos outros.

tex_support_card_30003.png

Aqui começa a lenda da invencível Teio!
-Tokai Teio

TORNE SEU JOGO INESQUECÍVEL
Você já deve ter esbarrado com ele. A lenda. O mito. O jogador que já zerou tudo.
"Chrono Trigger? Zerei".
"Digimon World 2? Claro, platinei no PS1."
"Crash Bandicoot? Completei toda a trilogia com todas as gemas e relíquias."
"Digital Devil Story: Megami Tensei? Um dos meus favoritos."

Mas aí você resolve puxar papo:
— E o que você achou do chefe daquela fase do gelo?
— Quem?
— O chefe da fase do gelo. Aquele das metralhadoras atômicas, que te bombardeia no final.
— Aahh sim... sim, claro. Um dos melhores chefes do jogo. Luta fantástica...

Esse é o famoso "joguei sim, só não lembro de nada."
Ou, como gosto de chamar carinhosamente: o jogador espectral.
Aquele que diz ter passado por todos os jogos... mas sem deixar pegadas.

Mas a questão aqui não é duvidar se ele jogou ou não. Talvez ele tenha jogado mesmo, só que o jogo não deixou nada marcante. Nada que valesse ser guardado.
E é aí que entra o ponto: o jogo pode até ter sido completo... mas não foi memorável.
E isso diz muito sobre o que a gente esquece, e o que a gente guarda, quando joga.

Como desenvolvedores, a gente sonha em criar algo que fique na cabeça e no coração de quem joga. Algo que a pessoa leve com ela mesmo depois de fechar o jogo. Mas a verdade é: a maioria das experiências em jogos é esquecível.

Então, como fazer com que o seu jogo não vire mais um na lista de "zerei, mas nem lembro"?
Você quer que o jogador se lembre do chefe da fase do gelo, com as metralhadoras atômicas que te bombardeia no final?
Dê contexto. Crie tensão. Use a música, o cenário, o diálogo, os sistemas, torne a luta desafiadora, use tudo a seu favor.

Quer que a cidade inicial seja lembrada?
Não a trate como descartável. Dê a ela vida, cor, personagens únicos. Torne ela parte da história, não só um ponto de partida.
Quer que as mecânicas fiquem na memória?
Introduza elas com propósito. Dê ao jogador a chance de viver o sistema, não só de lê-lo num tutorial.
Porque jogos marcantes não precisam ser os maiores, só precisam ser significativos.

Os jogos que lembramos são os que nos fizeram sentir.
Um chefe que você quase derrotou, mas perdeu por um golpe.
Um personagem que disse algo que bateu forte.
Uma música que tocou na hora certa.

Esses momentos não vêm do acaso, vêm de decisões de design que priorizam emoção, envolvimento e presença.
Então da próxima vez que alguém disser que zerou seu jogo, torça para que ele lembre.
Nem que seja de um mapa. Uma fala. Um chefe. Um momento.
Porque é aí que você saberá: deixei uma marca.
 
Alguns jogos me marcaram em minha vida como jogador. Dentre eles, poucos marcaram pelo jogo em si, mas pelo momento em que eu vivia. Ainda assim, me lembro de alguns especificamente por determinados elementos do jogo em si.

Phantasy Star. Esse é o jogo da minha vida. O que mais me instiga até hoje são suas masmorras (labirintos), onde eu gastava horas explorando e tentando escapar.

Lord of the Sword. Esse foi um dos jogos de plataforma mais incríveis que eu tive o prazer de jogar. A ideia de explorar um mundo de fantasia sem indicações na tela obrigava-nos a desenhar as rotas em um caderno, por mais que o jogo possua um mapa. Além disso viajar de um ponto a outro, por mais repetitivo que fosse envolvia o perigo da morte em uma época que elementos de rpg não eram usados de forma tão banais como nos dias de hoje.

Mônica no castelo do Dragão. O mais legal desse jogo era sem dúvida e economia do jogo e o desafio absurdo da progressão.

Sonic the Hedgeog. Que me perdoem os fãs da Nintendo, mas o Sonic é top demais. Enquanto mário era lento, chato e enjoativo, Sonic era veloz, descolado e as fases insanas. O Gameplay do Sonic definiu minha paixão pela sega.

Lunar: The Eternal Blue. Narrativa incrivel, personagens carismáticos e animação linda até para os dias de hoje.

Magic Knight Rayearth. Alguns animes marcam sua vida. Mas poder vivenciar as personagens desses animes em um jogo de rpg viciante foi uma experiência impagável.

Double Dragon. Cara, lá nos anos 90 filmes de kung-fu e porradaria era uma febre entre a molecada e ess ejogo trazia a proposta de colocar você e um amiguinho pra descer o braço numa gangue do mal. E o melhor e mais marcante era poder tirar um x1 com seu amigo a qualquer momento.

Quackshot - Esse é o melhor jogo da disney que já tive oportunidade de jogar. E simplesmente com meu personagem preferido desse universo: o Ranzinza Pato Donald. O Maracante pra mim semre foi o lance de saber qual fase escolher em qual momento.=, sme falar do uso adequado das armas.

Battle Arena Toshiden - O jogo poligonal que eu mais joguei em minha vida. Sem falar das músicas, eu me pego assoviando até hoje as musicas dos estágios da Tracy e da Eris.

Soul Edge. Tem o tema de abertura mais emocionante arrepiante de todos os tempos. Que música foda!


Breath of Fire III. Que épico. Que história boa! Progressão e leving bem dosado e aquela fase filha da puta do deserto que quase me fez largar o jogo.

Outrun. Trilha sonora incrível.

Tobal number 2. A dancinha do final do jogo fazia todos os problemas valem a pena. Tipo: um jogo de luta onde você controla um chcobo!

Alex kid in Miracle world. A ideia de batlahas com ja-ken-po aind ahoje me pega, mas na época epxlodiu minha cabeça.

Pahotlogic 2. O jogo que desbancou Silent Hill como meu terror preferido. Que enredo incrivel, timing, e senso de urgencia.

Ultima Online. O melhor mmorpg que já joguei. Mas esse é pelas histórias que vivi naquele mundo.

Eu poderia citar muitos jogos que me marcaram, principalmente pela narrativa ou por seus personages - Halo Reach, Fatal Fury, Grandia, Mass Effect, The witcher 3, World of Wrcfraft - enfim, tive o prazer de jogar muitos games marcantes e incríveis e que não necessariamente eu finalizei (tipo chakan ).

Infelizmente muitos jogos de hoje em dia parecem descartáveis o bastante para serem esquecíveis. Mas pode ser apenas que esteja ficando velho de mais. Então acho que o é difícil você cria rum jogo pensando que ele vai ser inesquecível pra ess aou aquela pessoa, porque a experiência é individual e vai deixar marcas diferentes em cada jogador, nem todas elas boas. No fim das contas acho que a gente deveria criar "o jogo que a gente quer jogar" e torcer pra ele encontrar alguém que goste tanto quanto a gente.
 
Voltar
Topo Inferior