"Não consigo ler nada..."
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- 04 de Novembro de 2020
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Olá, pessoal! Espero que estejam bem.
Criar um RPG é como contar uma história, e como em qualquer boa narrativa, saber misturar humor e seriedade no momento certo é o segredo para não deixar seu enredo tão entediante quanto um navio encalhado no fundo do mar.
Pode perceber que acabei de soltar uma expressão inusitada em um tópico como esse, no entanto, este aspecto dentro de jogos pode ser um mar de rosas no meio de um banho de san-, digo... é melhor eu continuar com a escrita desse tema. A comédia pode aliviar a tensão e fazer os jogadores se conectarem mais com os personagens, enquanto os momentos sérios trazem profundidade e impacto emocional.
Sentimentos distintos, porém, primordiais
Rir faz bem à saúde do ser humano, eu mesmo estou rindo durante a escrita deste tópico por causa de um vídeo aqui, mas precisamos ter a pausa dos risos e se atentar a situações complicadas de sensatez. Por exemplo, quem nunca riu daquele episódio do "Estou procurando rachadores" de Pica-Pau, ou até mesmo, de ficar comovido naquele episódio do "ladrão" de Chaves? Não é muito diferente de dar aquela gargalhada, por exemplo, depois de morrer trezentas vezes nos jogos de Crash, uma morte pior do que a outra, ou de chorar fortemente no encerramento de Final Fantasy IX por causa de certos detalhes. Aproveitando o gancho, este jogo será o exemplo nessa abordagem.
Criar um RPG é como contar uma história, e como em qualquer boa narrativa, saber misturar humor e seriedade no momento certo é o segredo para não deixar seu enredo tão entediante quanto um navio encalhado no fundo do mar.
Pode perceber que acabei de soltar uma expressão inusitada em um tópico como esse, no entanto, este aspecto dentro de jogos pode ser um mar de rosas no meio de um banho de san-, digo... é melhor eu continuar com a escrita desse tema. A comédia pode aliviar a tensão e fazer os jogadores se conectarem mais com os personagens, enquanto os momentos sérios trazem profundidade e impacto emocional.
Sentimentos distintos, porém, primordiais
Rir faz bem à saúde do ser humano, eu mesmo estou rindo durante a escrita deste tópico por causa de um vídeo aqui, mas precisamos ter a pausa dos risos e se atentar a situações complicadas de sensatez. Por exemplo, quem nunca riu daquele episódio do "Estou procurando rachadores" de Pica-Pau, ou até mesmo, de ficar comovido naquele episódio do "ladrão" de Chaves? Não é muito diferente de dar aquela gargalhada, por exemplo, depois de morrer trezentas vezes nos jogos de Crash, uma morte pior do que a outra, ou de chorar fortemente no encerramento de Final Fantasy IX por causa de certos detalhes. Aproveitando o gancho, este jogo será o exemplo nessa abordagem.
Não imaginei que eu fosse comentar dele nesses tópicos. Além de diversas outras qualidades que compõem o melhor jogo da franquia (minha opinião, por mais que o meu favoritismo esteja em outro título), Final Fantasy IX sabe muito bem dosar o humor e a seriedade na narrativa dele, especialmente entre personagens e acontecimentos presentes, trazendo fortes quebras de emoções e sentimentos.
O ritmo lento de calmaria com Steiner e seus pensamentos em relação a atitudes dele de confiança aos membros de Tantalus e proteção à princesa Garnet, a mesclagem de
Zidane levar muitos momentos com leveza e sempre ter essa personalidade de querer ajudar o parceiro e formar uma "família" (não apenas a de Tantalus, mas também o próprio grupo em si), o que acabou destacando as razões de seu arco próximo ao fim do terceiro CD com uma grande seriedade e seguido de uma trilha sonora impactante, os muitos momentos de sofrimento de Vivi e Garnet em diferentes motivos e circunstâncias, entre outros momentos muito bem escritos.
Caso esteja procurando uma longa história envolvente, com personagens carismáticos, abordagens de temas sérios (existencialismo, família, depressão, perdas, sacrifícios, entre outros), trilha sonora magnífica e sistemas únicos, sinta-se feliz nas fortes emoções dele.
Desenvolvedora: Square Co., Ltd.
Diretor: Hiroyuki Ito
Produtor: Hironobu Sakaguchi e Shinji Hashimoto
Escritor: Hironobu Sakaguchi
Datas de Lançamento - PlayStation (original): 7 de Julho de 2000 (Japão), 13 de Novembro de 2000 (Estados Unidos da América e Canadá) e 16 de Fevereiro de 2001 (Europa e Austrália)
Plataformas: PlayStation (original), Android, iOS, Windows, PlayStation 4, Nintendo Switch e Xbox One
De que forma você poderia fazer na prática:O ritmo lento de calmaria com Steiner e seus pensamentos em relação a atitudes dele de confiança aos membros de Tantalus e proteção à princesa Garnet, a mesclagem de
Caso esteja procurando uma longa história envolvente, com personagens carismáticos, abordagens de temas sérios (existencialismo, família, depressão, perdas, sacrifícios, entre outros), trilha sonora magnífica e sistemas únicos, sinta-se feliz nas fortes emoções dele.
Desenvolvedora: Square Co., Ltd.
Diretor: Hiroyuki Ito
Produtor: Hironobu Sakaguchi e Shinji Hashimoto
Escritor: Hironobu Sakaguchi
Datas de Lançamento - PlayStation (original): 7 de Julho de 2000 (Japão), 13 de Novembro de 2000 (Estados Unidos da América e Canadá) e 16 de Fevereiro de 2001 (Europa e Austrália)
Plataformas: PlayStation (original), Android, iOS, Windows, PlayStation 4, Nintendo Switch e Xbox One
- Conheça Seu Público: Ajuste o nível de humor e seriedade de acordo com o público-alvo do seu jogo. Um jogo voltado para um público mais jovem pode se permitir ser mais leve, enquanto um jogo para um público mais adulto pode explorar temas mais sérios com momentos cômicos sutis.
- Estude Jogos com Bom Equilíbrio: Jogos como Final Fantasy IX e The Legend of Zelda: Majora's Mask são exemplos de como combinar estes aspectos de forma eficaz. Estude como esses jogos utilizam o timing para criar momentos inesquecíveis.
- Teste o Tom com Feedback: Peça para que outras pessoas joguem seu jogo e avaliem o equilíbrio entre humor e seriedade. O que pode parecer engraçado ou tocante para você pode ser interpretado de outra forma por outras pessoas. Ajuste conforme necessário para atingir o tom desejado.
“Do mundo não se leva nada. Vamos sorrir e cantar!” - Silvio Santos