Com a derrota do Reino de Berdânia, a marcha das tropas alvanistanas continuou para os outros reinos do sul de Amélia: o Reino de Augustrina e o Reino Unido da Grã-Tessália. Com o apoio do Batalhão Estudantil, a vitória foi assegurada e os reinos foram conquistados sem grandes dificuldades. A retaliação parecia estar finalizada, as tropas alvanistanas estavam se preparando para voltar para casa. Entretanto, uma notícia logo chegou a Edmundo e Maristela: o Império Granválico, em união com os reinos de Celésia e Rizáquia, denunciaram as ações de Alvanista, questionando a legitimidade da retaliação e acusando Alvanista de expansionismo indevido.
Parecia que o exército iria para a guerra mais uma vez, porém o rei e a rainha de Alvanista decidiram por mudar a liderança das tropas, dando-a a Frederico e seus amigos, por terem sido o diferencial na conquista dos reinos do sul. Essa seria a primeira batalha de Frederico como comandante de todo um exército, então obviamente ele estava suando frio de ansiedade. Andando de um lado para o outro, Frederico estava perdendo tempo precioso sem saber o que fazer. Seus amigos então se aproximaram para tentar ajudá-lo:
Você já tem experiência como comandante, Frederico — disse Matias, sendo positivo — Confie nas suas capacidades, poxa!
Isso aí, mano, não se entregue ao desespero — disse Jonas, tentando acalmar Frederico — Relaxa, parceiro, vai ficar tudo bem!
Você pode me tirar do sério quando estamos nos divertindo, mas na hora da batalha você até que é um bom comandante. Então não tem essa de ansiedade não, pode parar — disse Mabel, deixando um elogio sair dos seus lábios.
Você acha que tem tempo para ficar perdendo com ansiedade, Frederico? A Sara não vai fazer seu trabalho não, e nem eu, apesar de eu ser muito boa em dar ordens — disse Sabrina, dando risada e se fazendo de difícil.
Obrigado pelo incentivo, pessoal. Eu vou tentar me acalmar um pouco e fazer meu trabalho — responde Frederico, tentando encontrar determinação dentro de si.
E assim todos se preparam para a batalha. Edmundo então avisa Frederico e os outros que só precisam segurar a invasão inimiga por tempo o suficiente até os reforços da Confederação Bassiliana, a confederação de cidades-Estado da qual Alvanista faz parte, chegarem. A ofensiva granválica é intensa, forçando Frederico a recuar para dentro do palácio real de Tessalônica, a capital de Tessália. Várias horas de cerco se passam, o que exaure ambos os lados. Do norte, então, surgem as tropas da Confederação, que ajudam a prensar as tropas inimigas, deixando-as no meio de duas frentes de combate.
Os inimigos rapidamente são derrotados, o que permite que invadam o Império Granválico. Durante a marcha, Frederico e seus amigos agradecem aos comandantes da Confederação pelo apoio militar, que respondem agradecendo a defesa das cidades-Estado de Bassília contra os constantes ataques dos outros países do sul de Amélia. Com os dois exércitos unidos, eles rapidamente esmagam os seus inimigos, ocupando Berdália, capital do Império Granválico. Com a derrota de Granvália, as capitais de Celésia e Rizáquia também se rendem às tropas confederadas.
Com o controle de metade de Amélia, Edmundo e Maristela são chamados para prestar esclarecimentos à Liga das Nações por suas incursões militares. Frederico também é chamado por sua família, que comanda o Império Avelissano e coordena o conselho de segurança da Liga das Nações junto com as outras superpotências. O jovem então chama seus amigos para irem com ele, assim se preparando para mais um desafio: o da diplomacia...