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""Me chame de agora e serei fome e banquete, morte e êxtase.""
- Giancarlo ferraro

[História] As Crônicas de Terrástria — A Saga da Aliança Libertadora

Arvis Masculino

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06 de Abril de 2023
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Olá, pessoal, Arvis aqui para lhes apresentar a minha história (e possível pré-roteiro) que estou escrevendo. Pretendo que esse seja o post principal, permitindo que eu coloque atualizações e capítulos novos nas respostas. O que acham?

Me perdoem também se a história se alterar durante o curso da escrita, é algo que inevitavelmente acontece. Deixarei a sinopse da história nessa postagem aqui.

Espero que gostem do que estou produzindo!
Qualquer ideia ou sugestão, só chamar no Discord (meu nick é ricardarvis)!
 
Última edição:
A história que vou lhes contar é recente, que acabou de ser registrada nos livros. Falarei sobre um conflito que definiu a vida daqueles que moram em Terrástria: um conflito entre as forças do Mal, que queriam me devorar, e as forças do Bem, que queriam me proteger e proteger meus habitantes.

Tudo começou com a invasão de Alvanista, a cidade-Estado lar da grande Academia Real de Magia e Filosofia, onde os grandes magos e filósofos desta era se reúnem para discutir os mistérios do universo e dos seres vivos. Sem justificativa aparente, os reinos do sul de Amélia decidiram atacar o reino de Alvanista, usando do ódio aos feéricos como combustível para o conflito. Cheios de inveja e ressentimento, os soldados então marcharam para esta que é a única cidade feérica de toda a Terrástria.

Quando os soldados inimigos apareceram no horizonte, os guardas de Alvanista tiveram pouco tempo para avisar o exército principal e a família real, forçando o rei Edmundo e a rainha Maristela a se prepararem para defender a cidade e a Academia junto aos seus soldados. A cidade então foi cercada e os muros foram atacados.

Em apenas algumas horas, a cidade foi invadida e atacada. As tropas alvanistanas foram forçadas a recuar para a Academia, onde também ficava o palácio real. As muralhas da Academia eram mais fracas, não resistiriam muito tempo. Foi nesse momento que um grupo de alunos se armou e se preparou para o combate. Liderando-os estava Frederico, príncipe herdeiro do Império Avelissano. Sob sua liderança, esses estudantes conseguiram furar a formação inimiga, derrotando seu comandante e permitindo que o exército alvanistano conseguisse tomar a vantagem e expulsar seu inimigo.

Após a batalha, Frederico foi condecorado e nomeado comandante do Batalhão Acadêmico, um batalhão formado pelos estudantes que se juntaram ao combate e que representariam a Academia no esforço de retaliação à tentativa de invasão. Era o começo de uma nova guerra em Terrástria, e nem os Deuses sabiam o que ela iria acarretar…
 
Última edição:
Com a batalha por Alvanista vencida, Frederico marchou em direção aos reinos do sul. Seus amigos, que lutaram ao seu lado por Alvanista, seguiram Frederico em sua marcha:

Matias, o geomante apaixonado pela Magia, sempre buscando novos conhecimentos para o seu já extenso grimório; Jonas, o nobre e misterioso cavaleiro, que apesar da sua introversão, é fiel e valoroso, sempre dando apoio àqueles que considera amigos; Sabrina, a espadachim malandra, sempre sacaneando Frederico e os outros com suas tiradas ácidas, mas também leal quando motivada; e Mabel, uma animante sempre preocupada com a saúde de seus amigos, que faz tudo o que pode para ser solicita e bem-humorada, apesar das suas dificuldades.

Juntos, os cinco cruzam as fronteiras do reino de Berdânia, auxiliando as tropas alvanistanas, comandadas pelos seus rei e rainha, a enfrentar os soldados berdanitas e responder à altura o seu ataque surpresa. Tudo ocorre bem até que Frederico e os outros chegam na famosa Floresta da Santa, onde eles se perdem do resto das tropas. Lá, os cinco encontram um assentamento secreto de feéricos, sendo atacados por eles imediatamente. Antes que eles fossem feridos, uma garota pede para que parem, reconhecendo o líder do grupo.

Frederico, é você? — pergunta a garota, com os olhos quase chorosos.

Ela então o abraça com força, como se não quisesse que ele fosse embora.

Senti tanta saudade, eu nunca imaginei que o veria de novo.

Frederico então pede perdão a garota, seus olhos também cheios de lágrimas.

Eu também, Sara, me perdoe. Eu não sabia do que a minha mãe era capaz. Por favor, me desculpe por não vir te ver antes.

Você veio, e é isso que importa
— a garota responde, aninhada nos braços de Frederico — Estou tão feliz em te ver de novo.

Frederico então apresenta seus amigos para Sara, que o relembram de sua missão em Berdânia. Sara então decide ir com eles, mesmo que a contragosto de Frederico, que diz que a missão é muito perigosa.

Os seis então lutam arduamente, cumprindo sua missão com Alvanista. Quando a noite cai, Frederico avisa Edmundo e Maristela e parte com seus amigos de volta para o assentamento, onde comemoram a vitória com uma grande festa. Aproveitando de boa bebida e comida, os seis passam a noite jogando e conversando, divertindo-se como bons amigos.

Quando vão dormir, os seis se sacaneiam, mas se dividem esperadamente: Sara se deita na cama com Frederico, enquanto os outros ficam no chão. Foi uma noite de diversão e festa necessário, pois o que vem por aí será árduo para esses jovens guerreiros…
 
Com a derrota do Reino de Berdânia, a marcha das tropas alvanistanas continuou para os outros reinos do sul de Amélia: o Reino de Augustrina e o Reino Unido da Grã-Tessália. Com o apoio do Batalhão Estudantil, a vitória foi assegurada e os reinos foram conquistados sem grandes dificuldades. A retaliação parecia estar finalizada, as tropas alvanistanas estavam se preparando para voltar para casa. Entretanto, uma notícia logo chegou a Edmundo e Maristela: o Império Granválico, em união com os reinos de Celésia e Rizáquia, denunciaram as ações de Alvanista, questionando a legitimidade da retaliação e acusando Alvanista de expansionismo indevido.

Parecia que o exército iria para a guerra mais uma vez, porém o rei e a rainha de Alvanista decidiram por mudar a liderança das tropas, dando-a a Frederico e seus amigos, por terem sido o diferencial na conquista dos reinos do sul. Essa seria a primeira batalha de Frederico como comandante de todo um exército, então obviamente ele estava suando frio de ansiedade. Andando de um lado para o outro, Frederico estava perdendo tempo precioso sem saber o que fazer. Seus amigos então se aproximaram para tentar ajudá-lo:

Você já tem experiência como comandante, Frederico — disse Matias, sendo positivo — Confie nas suas capacidades, poxa!

Isso aí, mano, não se entregue ao desespero
— disse Jonas, tentando acalmar Frederico — Relaxa, parceiro, vai ficar tudo bem!

Você pode me tirar do sério quando estamos nos divertindo, mas na hora da batalha você até que é um bom comandante. Então não tem essa de ansiedade não, pode parar
— disse Mabel, deixando um elogio sair dos seus lábios.

Você acha que tem tempo para ficar perdendo com ansiedade, Frederico? A Sara não vai fazer seu trabalho não, e nem eu, apesar de eu ser muito boa em dar ordens — disse Sabrina, dando risada e se fazendo de difícil.

Obrigado pelo incentivo, pessoal. Eu vou tentar me acalmar um pouco e fazer meu trabalho — responde Frederico, tentando encontrar determinação dentro de si.

E assim todos se preparam para a batalha. Edmundo então avisa Frederico e os outros que só precisam segurar a invasão inimiga por tempo o suficiente até os reforços da Confederação Bassiliana, a confederação de cidades-Estado da qual Alvanista faz parte, chegarem. A ofensiva granválica é intensa, forçando Frederico a recuar para dentro do palácio real de Tessalônica, a capital de Tessália. Várias horas de cerco se passam, o que exaure ambos os lados. Do norte, então, surgem as tropas da Confederação, que ajudam a prensar as tropas inimigas, deixando-as no meio de duas frentes de combate.

Os inimigos rapidamente são derrotados, o que permite que invadam o Império Granválico. Durante a marcha, Frederico e seus amigos agradecem aos comandantes da Confederação pelo apoio militar, que respondem agradecendo a defesa das cidades-Estado de Bassília contra os constantes ataques dos outros países do sul de Amélia. Com os dois exércitos unidos, eles rapidamente esmagam os seus inimigos, ocupando Berdália, capital do Império Granválico. Com a derrota de Granvália, as capitais de Celésia e Rizáquia também se rendem às tropas confederadas.

Com o controle de metade de Amélia, Edmundo e Maristela são chamados para prestar esclarecimentos à Liga das Nações por suas incursões militares. Frederico também é chamado por sua família, que comanda o Império Avelissano e coordena o conselho de segurança da Liga das Nações junto com as outras superpotências. O jovem então chama seus amigos para irem com ele, assim se preparando para mais um desafio: o da diplomacia...
 
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